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'Crise política está agravando a crise econômica'


'Crise política está agravando a crise econômica', diz Miriam Leitão

Comentarista faz análise sobre o clima de incerteza no Congresso: 'É uma insensatez aprovação de aumentos salariais seguidos para o funcionalismo'.

No meio dessa bateção de cabeças entre o governo e o Congresso, o dólar chegou a bater, nesta quarta-feira (5), R$ 3,50. O maior valor desde março de 2003. E fechou o dia em alta bem perto dessa máxima.
 
 
O clima no Congresso desandou e o buraco na economia só aumenta. Como é que a gente chegou nesse ponto? E o que vai ser daqui para frente?
A crise econômica tem se agravado e o dólar é apenas o reflexo dessa incerteza. Economistas estão revendo suas projeções para um PIB mais negativo. Empresas de diversos setores também estão piorando os seus cenários. O setor de construção civil em São Paulo achava que haveria uma queda de 5,5% esse ano. Mas nesta quarta-feira (5) refizeram a previsão para uma queda de 7%.

O governo está tendo seguidas surpresas negativas na arrecadação. Eles chamam isso de frustração de receita – que é esperar arrecadar um valor e, na verdade, receber bem menos. Essa frustração está piorando.

Por isso, até aquele primeiro superávit primário que foi anunciado recentemente pode não ser alcançado.

Nesse ambiente, é uma insensatez aprovação de aumentos salariais seguidos para o funcionalismo. Eles podem até ter razão nas suas reivindicações, mas vão aumentar a despesa – quando o governo precisa cortar, porque não está dando conta de pagar o que já se comprometeu.

A situação chegou a esse ponto porque o governo, nos últimos anos, tomou decisões erradas na economia. Gastou demais, mascarou problemas, jogou para frente várias correções que precisavam ser feitas – como aconteceu com o preço da energia: o governo segurou tanto o reajuste que acabou tendo que dar um aumento maior do que antes.

Isso elevou a inflação, que tirou a renda dos trabalhadores, que diminuiu o consumo. E assim vai. Uma coisa piorando a outra.

A crise política está agravando a crise econômica. Quanto maior for esse esfacelamento da base parlamentar, maior será a incerteza econômica – porque, nesse clima, não tem investimento. E a retomada do crescimento é adiada.





fonte:  g1

"RANKING": "As mulheres mais poderosas do mundo"

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Forbes Brasil
 

10 brasileiras mais poderosas nos negócios

 


 
 

 

 

 


 
 
Atualizado: 29/05/2013 | Por Anderson Antunes, Forbes Brasil
 

10 brasileiras mais poderosas nos negócios - 1 (© Graça Foster Divulgação)


Graça Foster Divulgação
 
 
 
Em um país comandado pela presidente Dilma, eleita a segunda mulher mais poderosa do mundo, e com 51% da população feminina, as mulheres já avançaram muito.


Entre 2001 e 2011, o número de mulheres que abriu o próprio negócio aumentou 21%, mais que o dobro da taxa de homens, segundo o SEBRAE.

Veja a seguir as 10 mulheres de negócios mais poderosas do Brasil.



Dilma Rousseff (© Getty Images)
Dilma Rousseff (Getty Images)

Dilma Rousseff é mais uma vez uma das mulheres mais poderosas do mundo. 

A presidente brasileira subiu uma posição em relação a 2012 e ficou em segundo lugar na lista anual da FORBES “100 Mulheres Mais Poderosas do Mundo”, que está na décima edição. A chanceler alemã Angela Merkel se manteve no topo.

RANKING: As 10 mulheres mais poderosas do mundo

Graça Foster, CEO da Petrobras, também subiu no ranking e agora é a 18ª mais poderosa. 

Em 2012, era a 20ª. A modelo Gisele Bündchen fecha a participação da brasileira nop Top 100, no 95º lugar. 

No ano passado, ela era a 83ª mais poderosa.

Formam o Top 5, ao lado de Angela Merkel e Dilma, Melinda Gates, copresidente da Fundação Bill & Melinda Gates; Michelle Obama, primeira dama dos Estados Unidos; e Hillary Clinton, ex-secretária de Estado norte-americana.

Tecnologia foi uma das áreas que mais teve representantes na lista: 

Sheryl Sandberg (6ª), 
COO do Facebook

Virginia Rometty (12ª), 
CEO da IBM

Ursula Burns (14ª), 
CEO da Xerox

Meg Whitman(15ª), 
CEO da HP

Safra Catz (23ª), 
CFO da Oracle



Marissa Mayer (31ª), 
CEO do Yahoo!.

“O crescimento de marcas pessoais e empreendimentos empresariais na lista deste ano é muito empolgante”, afirma Moira Forbes, presidente e Publisher da “FORBES Women”. 


“De Cingapura e Arábia Saudita à Inglaterra e Estados Unidos, entre outros países, as 100 mulheres mais influentes da nossa lista são determinantes no mundo em que vivemos.”


Diversas áreas  
estão representadas na lista, 
como 
política, 
negócios, 
mídia, 
entretenimento 

ONGs. 

Todas são 
avaliadas por 
dinheiro
presença na mídia 

impacto que elas representam.

As 24 CEOs da lista gerenciam uma fortuna combinada de US$ 893 bilhões em receita. 

As oito chefes de Estado comandam um PIB somado de US$ 9,9 trilhões. 

No Twitter, as 100 mais poderosas 
têm mais de 153 milhões de seguidores. 

Entre elas, 16 fundaram a própria empresa. 

Ao todo, 26 nacionalidades diferentes participam do ranking.

Celebridades também estão bem representadas com 

Oprah Winfrey (13ª), 

Angelina Jolie (37ª), 

Sofia Vergara (38º), 

Lady Gaga (45ª) 



Ellen DeGeneres (51ª). 

A presidente argentina Christina Kirchner ficou em 26ª 

e a 

Rainha Elizabeth II, da Inglaterra, ficou em 41ª.


Entre as novatas 
estão 

a presidente sul-coreana Geun-hye Park (11ª)

Marillyn Hewson (34ª), 

CEO da Lockheed Martin; 

Tory Burch (69ª), 

CEO da Tory Burch; 

Sara Blakely (90ª), fundadora da Spanx; 



Jennifer Li (98ª), 
CFO da Baidu.


fonte:
forbesbrasil

RANKING: As mulheres mais poderosas do mundo

Atualizado: 22/05/2013 | Por Caroline Howard- Forbes Brasil

Dilma Rousseff é eleita a segunda mulher mais poderosa do mundo em 2013

Décima lista anual da FORBES mantém a chanceler alemã Angela Merkel em primeiro
 
 
fonte:
forbesbrasil ▲

1ª) Angela Merkel

10 mulheres mais poderosas do mundo - 1 (© Angela Merkel Getty Images)
 
 
 
 
Getty Images 
1ª) Angela Merkel
País: Alemanha
Cargo: Chanceler



2ª) Dilma Rousseff

10 mulheres mais poderosas do mundo - 1 (© Angela Merkel Getty Images)

Getty Images

2ª) Dilma Rousseff
País: Brasil
Cargo: Presidente da República
No ano passado, Dilma Rousseff ficou atrás de Angela Merkel e Hillary Clinton. Em 2013, a presidente do Brasil subiu uma posição.


3ª) Melinda Gates

10 mulheres mais poderosas do mundo - 1 (© Angela Merkel Getty Images)
Getty Images 
 
3ª) Melinda Gates
País: Estados Unidos
Cargo: Copresidente da Fundação Bill & Melinda Gates



4ª) Michelle Obama

10 mulheres mais poderosas do mundo - 1 (© Angela Merkel Getty Images)
Getty Images
 
4ª) Michelle Obama
País: Estados Unidos
Cargo: Primeira-dama



5ª) Hillary Clinton

10 mulheres mais poderosas do mundo - 1 (© Angela Merkel Getty Images)
Getty Images
 
5ª) Hillary Clinton
País: Estados Unidos
Ocupação: Política



6ª) Sheryl Sandberg


10 mulheres mais poderosas do mundo - 1 (© Angela Merkel Getty Images)
Getty Images
 
6ª) Sheryl Sandberg
País: Estados Unidos
Cargo: COO do Facebook


7ª) Christine Lagarde


10 mulheres mais poderosas do mundo - 1 (© Angela Merkel Getty Images)
Getty Images 

7ª) Christine Lagarde
País: França
Cargo: Diretora do FMI


8ª) Janet Napolitano

 10 mulheres mais poderosas do mundo - 1 (© Angela Merkel Getty Images)

Getty Images
 
8ª) Janet Napolitano
País: Estados Unidos
Cargo: Secretária de Segurança Interna

 


9ª) Sonia Gandhi


10 mulheres mais poderosas do mundo - 1 (© Angela Merkel Getty Images)
Getty Images 
9ª) Sonia Gandhi
País: Índia
Cargo: Presidente




10ª) Indra Nooyi

 

 

10 mulheres mais poderosas do mundo - 1 (© Angela Merkel Getty Images)
 
 
Getty Images 
10ª) Indra Nooyi
País: Estados Unidos/Índia
Cargo: CEO da PepsiCo


18ª) Graça Foster

 

10 mulheres mais poderosas do mundo - 1 (© Angela Merkel Getty Images)
Getty Images 
18ª) Graça Foster
País: Brasil
Cargo: CEO da Petrobrás


95ª) Gisele Bündchen

 

 

10 mulheres mais poderosas do mundo - 1 (© Angela Merkel Getty Images)
Getty Images 
95ª) Gisele Bündchen
País: Brasil
Profissão: Modelo

 

 

fonte:
forbesbrasil







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